Em contagem decrescente...para o virar de mais uma página!

Há dias em que acordamos nostálgicos... alturas há, em que todo e qualquer pensamento aflora ao pensamento...
Hoje, sinto-me heroína da minha própria história... aquela que eu escrevi com as minhas opções...boas...menos boas...as assim, assim...
Já mudei de cidade, de casa, de emprego, de amigos...estou prestes a mudar o estado civil...adquirir uma nova família, construir a minha própria família...tudo na base de escolhas minuciosas...muito ponderadas...para não existirem dúvidas, nem tão pouco Ses...
Sinto-me prestes a tomar a decisão mais importante da vida...que a mudará para sempre...para o bem...para o mal...rumo ao 20 Setembro!
Pensamento para a vida!
Eu fui devagarinho
com medo de falhar
não fosse esse o caminho certo
para te encontrar
fui descobrindo devagar
cada sorriso teu
fui aprendendo a procurar
por entre sonhos meus
Eu fui assim chegando
sem entender porquê
já foram tantas vezes tantas
assim como esta vez
mas é mais fundo o teu olhar
mais do que eu sei dizer
é um abrigo pra voltar
ou um mar pra me perder
Lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
a gente finge
mas sabe que não é verdade
foge ao vazio
enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo
e sinto tanto, tanto a tua falta
Eu fui entrando pouco a pouco
abria a porta e vi
que havia lume aceso
e um lugar pra mim
quase me assusta descobrir
que foi este sabor
que a vida inteira procurei
entre a paixão e a dor
Lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
gente perdida
balança entre o sonho e a verdade
foge ao vazio
enquanto brinda, dança e salta
eu trago-te comigo
e sinto tanto, tanto a tua falta
Lá for a o vento
nem sempre sabe a liberdade
a gente finge
mas sabe que não é verdade
foge ao vazio
enquanto bebe, dança e ri
eu trago-te comigo
e guardo este abraço só para ti
Mafalda Veiga
Pessoas Incomparáveis...
O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e
pessoas incomparáveis.
Fernando Pessoa
AS MINHAS DEDADAS
Por vezes ficas zangado
Por eu ser tão desastrado
E deixar sempre dedadas
Espalhadas por todo o lado.
Mas os dias vão passando
E eu vou crescer sem parar
E todas as minhas dedadas
Vão ser difíceis de lembrar.
Por isso aqui ficam algumas...
Apenas para conheceres
Que é esta a marca dos meus dedos
Para nunca mais te esqueceres!
Gosto muito de ti Pai! (autor desconhecido)
Olá Amigos...
Como muitos de vós saberei...as opções da vida trouxeram-me para o interior do nosso Portugalito! Não há stresse nenhum... As amizades mantêm-se apesar das distâncias geográficas...por isso é que decidi criar este Blog...
Afinal a era tecnológica é uma maravilha, não acham?
Fico aqui à vossa espera!
Com Amizade
Regina
Nada acontece por acaso...
Morre lentamente quem nao viaja, quem nao le, quem nao ouve musica, quem nao encontra graca em si mesmo.
Morre lentamente quem destroi o seu amor-proprio, quem nao se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do habito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem nao muda de marca, nao se
arrisca a vestir uma nova cor ou nao conversa com quem nao conhece.
Morre lentamente quem faz da televisao o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixao, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho
de emocoes, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, coracoes aos tropecos e sentimentos.
Morre lentamente quem nao vira a mesa quando esta infeliz com o seu trabalho, quem nao arrisca o certo pelo incerto para ir atras de um
sonho, quem nao se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de inicia-lo, nao pergunta sobre um assunto que desconhece ou nao responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforco muito maior que o simples facto de respirar.
Somente a perseveranca fara com que conquistemos um estagio esplendido de felicidade.
Pablo Neruda
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